Aprendemos que é possível ser feliz simplesmente pelo fato de estarmos vivendo

Uma pessoa alegre transmite paz, alegria e solidariedade ao seu redor. Compartilhe alegria

sábado, 20 de novembro de 2010

oFA

SEPARE POR TEMAS:


FORMAÇÃO DO PROFESSOR:
1=CONTRERAS= AUTONOMIA DOS PROFESSORES
2=FREIRE= PEDAGOGIA DA AUTONOMIA=SABERES NECESSÁRIOS
3=MORIN=7 SABERES
4=PERRENOUD=10 COMPETÊNCIAS
5=TARDIF=SABERES DOCENTES E FORMAÇÃO PROFISSIONAL


AVALIAÇÃO/ PESQUISA
1=HOFFMANN=AVALIAR PARA PROMOVER
2=VASCONCELOS=AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
3=ZABALA=PRÁTICA EDUCATIVA
4=GARDNER=A PESQUISA NA PRÁTICA


EDUCAÇÃO
1=ASSMAN=REENCANTAR A EDUCAÇÃO
2=DELORS=EDUCAÇÃO UM TESOURO
3=HARGREAVES=EDUCAÇÃO NA ÉRA DO CONHECIMENTO
4=PIAGET=PARA ONDE VAI A EDUCAÇÃO
5=TEDESCO=O NOVO PACTO EDUCATIVO




ALUNO/ CONTEÚDOS/APRENDIZAGEM
1=OLIVEIRA=APRENDIZADO E DESENVOLVIMENTO
2=COLL=CONSTRUTIVISMO SALA DE AULA
3=COLL=APRENDER CONTEÚDOS, DESENVOLVER CAPACIDADES
4=LERNER=LER E ESCREVER NA ESCOLA
5=MARZANO=ENSINO QUE FUNCIONA
6=PIAGET=PROBLEMAS DE ENSINO.

OFA-2010-RESUMO

 Jussara H.
Avaliar para promover: as setas do caminho.
Resumo:
Estão reunidos, nesta obra,  princípios essenciais da avaliação, no sentido da efetiva promoção da aprendizagem, de uma ação que se projeta no futuro, embasada em princípios éticos de respeito às diferenças. Estabelecendo relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos de aprendizagem, a autora desenvolve questões sempre polêmicas nas escolas: a análise de tarefas avaliativas, o papel dos professores
como mediadores em vários momentos de sala de aula, estudos de recuperação, a elaboração de testes, os registros de avaliação e outras.
“Avaliar para promover: as setas do caminho”, Ao fazer o Caminho de Santiago de Compostella, na Espanha, “as setas do caminho” foi uma metáfora utilizada sobre as setas amarelas que guiam os peregrinos durante a sua caminhada, uma vez que o livro aborda com profundidade os princípios fundamentais que devem nortear os rumos dos educadores que pretendem desenvolver sua prática avaliativa no sentido de promover melhores oportunidades de aprendizagem aos alunos.
O LIVRO segue também algumas dessas setas. Tem seus pontos de ancoragem na convicção de que os pilares essenciais para uma boa educação, ensinar e de aprender, a construção de alternativas pedagógicas para se alcançar uma escola para todos e a valorização de princípios éticos e de cidadania.

Prova do ofa 2010- Resumo

HARGREAVES, Andy. 
O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança
Resumo:
Palavras-chave:

Resumo:
Capítulo 1:. O ensino para a sociedade do conhecimento: educar para a inventividade – Capítulo 2: O ensino para além da sociedade do conhecimento: do valor do dinheiro aos valores do bem – Capítulo 3: O ensino apesar da sociedade do conhecimento I: o fim da inventividade – Capítulo 4: O ensino apesar da sociedade do conhecimento II: a perda da integridade Capítulo 5: A escola da sociedade do conhecimento: uma entidade em extinção – Capítulo 6: Para além da padronização: comunidades de Aprendizagem profissional ou seitas de treinamento para o desempenho? – Capítulo 7: O futuro do ensino na sociedade do conhecimento: repensar o aprimoramento, eliminar o empobrecimento.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ciencias-A EDUCAÇÃO AMBIENTAL SOB UMA NOVA PERSPECTIVA: UMA PROPOSTA PARA FAVORECER A APRENDIZAGEM

A Educação Ambiental deve ser um processo contínuo e permanente de construção de conhecimento e, a escola é um espaço essencial para o desenvolvimento de práticas ambientais. Considerando a dificuldade dos professores em desenvolver práticas voltadas à Educação Ambiental e a falta de material didático para este fim, o presente artigo teve como objetivo a elaboração de um jogo didático de baixo custo, através deste espera-se trabalhar alguns princípios básicos da educação ambiental: sensibilização, mostrando a importância da preservação do meio ambiente; conhecimento sobre o homem e sua influência nos processos ecológicos; e mudança de atitude em relação a práticas danosas ao meio. A escolha pelo jogo deve-se por considerá-lo um instrumento importante na formação cognitiva do aluno e também no desenvolvimento de atividades dinâmicas e motivadoras. O ensino da Educação Ambiental, para ser efetivo não precisa necessariamente ser algo formal, este processo é repleto de conceitos e questionamentos, portanto, deve ser dinâmico e motivador, para que se torne prazeroso tanto para o aluno enquanto aprende, como para o professor que ensina. O jogo didático, nesse sentido, atua como um importante instrumento facilitador do processo ensino-aprendizagem, proporcionando ao professor um subsidio extra para desenvolver a Educação Ambiental, e permitindo ao aluno vivenciar situações-problema relacionadas às questões sócio-ambientais, com possibilidades de melhorar a comunidade em que vive.

A educação ambiental tem o papel de construir valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente. Sua concepção pode ser colocada em prática por meio formal, dentro da escola, bem como de modo informal, através dos meios de comunicação (VALENTIN & SANTANA, 2006). Ambos os processos tem em comum a ideia de que é necessário formar cidadãos sensibilizados capazes de tomar decisões conscientes para a vida (SEGURA, 2001).

A forma de apresentação da temática ambiental no contexto escolar foi abordada dentro da perspectiva dos Parâmetros Curriculares Nacionais PCN (1997). De acordo com os PCN, a educação é vista como elemento indispensável para a transformação da consciência ambiental, onde novas posturas e novos pontos de vistas devem ser adotados. Na escola, os conteúdos de meio ambiente devem ser integrados ao currículo através da transversalidade, pois serão tratados nas diversas áreas do conhecimento, de modo a impregnar toda a prática educativa e, ao mesmo tempo criar uma visão global e abrangente da questão ambiental (TOMAZELLO, 2001). Contudo é imprescindível trabalhar a Educação Ambiental na perspectiva da transversalidade, apontada neste documento, que enfatiza como estratégia metodológica, a utilização de projetos, revela-se um desafio que as escolas vêm enfrentando com muitas dificuldades (VALENTIN & SANTANA, 2006).

Em sua grande maioria a abordagem instrucionista se mantém, desconsiderando-se ainda as potencialidades de cada indivíduo não o auxiliando a desenvolver seu pensamento crítico (EFFTING, 2007). Na visão moderna da educação, aprender brincando torna-se parte integrante da ação educadora por prover o emprego do elemento lúdico como forma de atrair a atenção do aprendiz, convidando-o a experimentar um universo contextualizado ao objeto epistêmico em consideração. Dessa forma, foge-se da abordagem instrucionista (EFFTING, 2007).

Neste contexto as atividades lúdicas são matéria-prima, para a educação ambiental, tem por objetivo, a partir de novos valores e atitudes, restabelecer os laços com a natureza e, inserir o educando no processo de transformação, que caminha no sentido de promover uma relação de equilíbrio entre a sociedade e a natureza (RUIZ & SCHAWARTZ, 2002).

A inclusão de modalidades didáticas diversificadas, empregadas como instrumento de ensino, permite ao professor atender a situações específicas dentro do processo de ensino-aprendizagem, encontrando soluções que se adequam a cada caso, contemplando diferenças individuais e atraindo o interesse do aluno (KRASILCHIK, 2004). Atividades lúdicas, utilizadas de forma crítica e criativa, tornam-se um rico e interessante material didático que dão oportunidade ao professor de ampliar sua ação educativa (REIS, 2001). O jogo, como estratégia didática, é uma importante ferramenta educacional que pode auxiliar o trabalho pedagógico em todos os níveis de ensino e nas diversas áreas do conhecimento, tanto como atividade em sala de aula, quanto extraclasse. Atividades envolvendo jogos facilitam, de forma divertida e prazerosa, o entendimento de conteúdos considerados de difícil aprendizagem (MIRANDA, 2001). De acordo com Krasilchik (2004), os jogos didáticos são formas simples de simulação, cuja função é ajudar a memorizar fatos e conceitos.

De acordo com Rego (2002), é no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva. Segundo ele, a criança comporta-se de forma mais avançada do que em atividades da vida real, tanto pela vivência de uma situação imaginária, quanto pela capacidade de subordinação às regras.

Afirmando que os objetivos dos jogos ou das atividades lúdicas não se resumem apenas a facilitar que o aluno memorize o assunto abordado, mas sim a induzi-lo ao raciocínio, à reflexão, ao pensamento e, consequentemente à (re)construção do seu conhecimento (BALESTRO & MONTALVANI, 2004).

Este projeto traz como proposta de trabalho a elaboração de um jogo didático de baixo custo, através deste espera-se trabalhar alguns princípios da educação ambiental: sensibilização, mostrando a importância da preservação do meio ambiente, o processo de alerta, é o primeiro passo para alcançar o pensamento sistêmico; responsabilidade, reconhecimento do ser humano como principal protagonista; consequentemente espera-se uma mudança de atitude. Assim sendo a escola é o espaço social e o local onde o aluno será sensibilizado para as ações ambientais e fora do âmbito escolar ele será capaz de dar sequência ao seu processo de socialização.

MATERIAIS E METÓDOS

O jogo consiste em um tabuleiro que foi confeccionado em E. V. A (Evenil Venilico acetilico), este foi recortado em retângulos 21x23 cm, 12 retângulos ao todo, cada retângulo representa uma casa do tabuleiro, que possuirá um símbolo e um cartão tarefa anexado a ela, estas tarefas foram elaboradas visando um processo gradual de assimilação e sensibilização, tais tarefas se alternam ao longo do tabuleiro, imagens, vídeos, situações-problemas, a sequência das casas fica melhor demonstrada conforme a figura 1.

Figura-1. Sequência das casas que se alternam e repetem ao longo do tabuleiro, segundo o princípio pedagógico desenvolvido.

Ao final do percurso a última casa, possui como símbolo uma lâmpada, neste momento uma problemática ambiental de maior relevância é exposta, o grupo terá como desafio a resolução desta, para assim conquistar a vitória, esta questão será um resumo de tudo o que foi em suma trabalhado ao longo do jogo, aproveitando para avaliar o nível de conhecimento adquirido por parte dos educandos ao longo desta prática. Para a execução deste jogo é necessário o uso de data-show para projeção das fotos e trechos dos filmes relacionados a temática, o tabuleiro será fixado no quadro como descrito na figura 2.

Figura-2. Tabuleiro do jogo fixado no quadro, para uma boa visualização de todos.

O método de aplicação do jogo foi estruturado em: conceituação e esclarecimento da temática envolvida no jogo, preparação para a atividade (formação das equipes); fornecimento de instruções sobre as regras; ensaio (rodada de simulação); realização da primeira rodada (o jogo é composto por apenas uma rodada) apuração dos resultados e avaliação do jogo por parte dos alunos.

As regras do jogo são muito simples tendo em vista que quando o aluno não compreende as regras ele perde o interesse pelo jogo; portanto, estas devem ser bem claras e sem muita complexidade a fim de motivar o estudante buscando seu interesse pelo desafio e pelo desejo de participar da atividade proposta. Os alunos serão divididos em dois grupos, cada grupo elegerá um representante para responder oralmente os desafios propostos em cada casa, o representante irá transmitir a resposta elaborada por todo grupo a qual pertence, propiciando a troca de experiência, despertando valores relativos à autonomia, capacidade de convivência e diálogo.

O jogo se inicia com as duas pecinhas de cores diferentes, cada uma representando uma equipe, posicionadas no início do tabuleiro os dois grupos partirão do mesmo ponto e avançarão a medida que forem resolvendo as situações propostas. A casa com o símbolo de uma câmera fotográfica, traz imagens sobre a problemática ambiental, será pedido ao aluno que construa uma narrativa baseada na imagem apresentada. Caso o professor considere que narrativa seja coerente à imagem apresentada, o grupo passa para a próxima casa.

O próximo símbolo contém um trecho de um vídeo, enfatizando temáticas frequentemente recorrentes a fim de que se possa trabalhar a sensibilização, através dos recursos áudio-visuais, altamente instigantes ao sistema sensorial. Uma estória será contada em concomitância com o vídeo apresentado, a tarefa do aluno será criar um final para ela, os critérios avaliados pelo mediador serão a coerência, autenticidade e criatividade. Atendidos estes requisitos, a equipe continua e avança para a próxima casa.

O tempo limite para a elaboração da resposta é estipulado pelo professor com base no tempo médio em que seus alunos (baseada em sua experiência com a turma) levam para construir seu raciocínio. Caso não se tenha a resposta ao final do tempo, o grupo perde a chance de passar para a próxima casa, passando a vez para o grupo oponente.

A última casa virá com uma situação-problema onde a equipe unida chegará a um consenso e uma possível solução para a mesma, esta temática se propõe a trabalhar situações rotineiras em que uma população esteja envolvida em condições embaraçosas que culminariam em problemas mais sérios se estes hábitos não fossem mudados. A problemática giraria em torno da mudança de comportamentos e atitudes.

Durante o jogo o professor será o mediador auxiliando na tarefa de formulação e de reformulação de conceitos ativando o conhecimento prévio dos alunos, esclarecendo possíveis dúvidas e também incentivando a cooperação e a discussão dos temas em questão, resultando na manifestação de diferentes pontos de vista.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dia da Bandeira

História

A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

Normas

Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua, inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.

A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.

Dia da Bandeira

O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira.






domingo, 14 de novembro de 2010

pode ser tarde

Amanhã pode ser muito tarde
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo...

Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer: Desculpe-me, o erro foi meu!...

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil;
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...

Porque amanhã pode ser muito ...muito tarde!
Não deixe para amanhã para dizer:
Eu amo você!
Estou com saudades de você!
Perdoe-me! Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!...

Não deixe para amanhã
O seu sorriso, O seu abraço,
O seu carinho, O seu trabalho,
O seu sonho, A sua ajuda...

Não deixe para amanhã para perguntar:
Por que você está triste?
O que há com você?
Ei!...Venha cá, vamos conversar...
Cadê o seu sorriso? Ainda tenho chance?...
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você. Sabe que pode contar comigo?
Cadê os seus sonhos?
Onde está a sua garra?...

Lembre-se: Amanhã pode ser tarde...muito tarde!
Procure. Vá atrás! Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde...

Ciencias-SAÚDE

GoogleAssinale com um X o que devemos fazer para não adquirir solitária.

( ) não comer carne.

( ) lavar as mãos antes de comer.

( ) assar ou cozinhar bem as carnes de boi e de porco.

O que pode ser feito para impedir as lombrigas?

( ) fazer as necessidades no chão.

( ) não usar fezes de gente como adubo de horta.

( ) lavar as mãos antes de comer.

( )lavar bem as mãos depois de fazer as necessidades.

( ) manter as unhas cortadas.

( ) andar sempre calçado.

Assinale com um X o que devemos fazer para não adquirir solitária.

( ) não comer carne.

( ) lavar as mãos antes de comer.

( ) assar ou cozinhar bem as carnes de boi e de porco.

O que pode ser feito para impedir as lombrigas?

( ) fazer as necessidades no chão.

( ) não usar fezes de gente como adubo de horta.

( ) lavar as mãos antes de comer.

( )lavar bem as mãos depois de fazer as necessidades.

( ) manter as unhas cortadas.

( ) andar sempre calçado.


Justiça da PAZ

MANIFESTO 2000
Reconhecendo a minha cota de responsabilidade com o futuro da humanidade,
especialmente com as crianças de hoje e as das gerações futuras, eu me
comprometo – em minha vida diária, na minha família, no meu trabalho, na
minha comunidade, no meu país e na minha região – a:
Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou
preconceito;
Rejeitar a violência - Praticar a não-violência ativa, rejeitando a violência
sob todas as suas formas: física, sexual, psicológica, econômica e social, em
particular contra os grupos mais desprovidos e vulneráveis como as crianças e
os adolescentes;
Ser generoso - Compartilhar o meu tempo e meus recursos materiais em um
espírito de generosidade, visando o fim da exclusão, da injustiça e da opressão
política e econômica;
Ouvir para compreender - Defender a liberdade de expressão e a
diversidade cultural, dando sempre preferência ao diálogo e à escuta do que
ao fanatismo, a difamação e a rejeição do outro;
Preservar o planeta - Promover um comportamento de consumo que seja
responsável e práticas de desenvolvimento que respeitem todas as formas de
vida e preservem o equilíbrio da natureza no planeta;
Redescobrir a solidariedade - Contribuir para o desenvolvimento da minha
comunidade, com a ampla participação da mulher e o respeito pelos princípios
democráticos, de modo a construir novas formas de solidariedade.

Solidário na diversidade

MANIFESTO 2000
Reconhecendo a minha cota de responsabilidade com o futuro da humanidade,
especialmente com as crianças de hoje e as das gerações futuras, eu me
comprometo – em minha vida diária, na minha família, no meu trabalho, na
minha comunidade, no meu país e na minha região – a:
Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou
preconceito;
Rejeitar a violência - Praticar a não-violência ativa, rejeitando a violência
sob todas as suas formas: física, sexual, psicológica, econômica e social, em
particular contra os grupos mais desprovidos e vulneráveis como as crianças e
os adolescentes;
Ser generoso - Compartilhar o meu tempo e meus recursos materiais em um
espírito de generosidade, visando o fim da exclusão, da injustiça e da opressão
política e econômica;
Ouvir para compreender - Defender a liberdade de expressão e a
diversidade cultural, dando sempre preferência ao diálogo e à escuta do que
ao fanatismo, a difamação e a rejeição do outro;
Preservar o planeta - Promover um comportamento de consumo que seja
responsável e práticas de desenvolvimento que respeitem todas as formas de
vida e preservem o equilíbrio da natureza no planeta;
Redescobrir a solidariedade - Contribuir para o desenvolvimento da minha
comunidade, com a ampla participação da mulher e o respeito pelos princípios democráticos
de modo a construir novas formas de solidariedade.